Outosourcing Eficiente.

 

uma prática que vem avançando em "ondas" nos mercados do mundo todo nos últimos 10 anos, da reengenharia à globalização, e renomeado por autores especialistas no assunto como multisourcing ou smartsourcing.

Publicado por FAMASE el 05/09/2011 (BRA)


 



Outosourcing Eficiente.



Brasil



 



Outsourcing (ou terceirização) é uma prática que vem avançando em "ondas" nos mercados do mundo todo nos últimos 10 anos, da reengenharia à globalização, e renomeado por autores especialistas no assunto como multisourcing ou smartsourcing. O assunto tem se tornado cada vez mais parte vital das operações, uma vez que o dinamismo do mercado de trabalho atual está levando as indústrias a repensarem seus modelos de negócio. - Esse sucesso, entretanto, implica na evolução de novos desafios emergentes.



Um dos principais, e para muitos ainda nebuloso, é que uma terceirização de alto valor agregado ou alta performance está atrelada à capacidade de colaboração, integração, sinergia e transparência entre indústria e prestador de serviço.



Os principais objetivos na decisão pelo outsourcing tem sido o foco por redução de custos, aporte de novas habilidades, aceleração do processo de go to market, ganho de competitividade ou produtividade, foco de atuação, capilaridade de expansão, aumento de agilidade e lucratividade até a busca por melhores níveis de serviço, considerando a utilização de fornecedores cujo core business é a experiência desejada.



Muitos executivos tem terceirizado suas funções de serviços, que vão desde logística, finanças, recursos humanos, tecnologia, vendas, trade marketing ou telemarketing, mas sem uma avaliação adequada ou um benchmarking do mercado.



Hoje 50% dos contratos de outsourcing firmados fracassam em alcançar as expectativas dos clientes antes de completar três anos, segundo pesquisa apontada pelo livro Multisourcing e produzida pelo Instituto Gartner. Por outro lado, outsourcing aparece no ranking de uma das principais ideias de negócio dos últimos 100 anos, segundo a Harvard Business Review.



As vantagens também são apontadas em estudo do Institute for Business Value, da IBM, para o impacto na área de TI: de acordo com o levantamento, empresas que aderem ao outsourcing registram em dois anos um crescimento de receita 4,3 pontos percentuais maior que o de seus concorrentes diretos que continuam gerenciando internamente sua estrutura de TI.



Os métodos utilizados no passado, baseados em contratação de empresas prestadoras de serviços por indicação ou relacionamento, já não atendem às necessidades da complexidade dos mercados e negócios.



Num processo de concorrência estruturado, de forma recorrente em multinacionais e impulsionado por áreas de compras das empresas, muitas empresas têm optado pelo suporte de uma consultoria externa para conduzir o processo de forma a promover a isenção na avaliação dos participantes, bem como garantir a profundidade das análises necessárias e a manutenção do foco da equipe do cliente no seu negócio.



A duração de um bidding no setor privado pode variar bastante, de 1 a 3 meses, dependendo da complexidade das variáveis sendo avaliadas, número de participantes, assim como o tempo de dedicação dos responsáveis na empresa.



Entre os fatores críticos de sucesso detectados na gestão de empresas terceiras (em busca por ser "parceiras") estão: estratégia de terceirização clara e sustentada ao longo do tempo; planejamento alinhado, definindo os objetivos esperados; critérios simples, tangíveis e mensuráveis, para gerenciamento da operação; espírito de colaboração entre indústria e prestador de serviços (é ilusório esperar que o prestador tome as decisões pela empresa; o papel deste deve ser técnico, envolvendo análise, sinalização e recomendação).



Importante também é o ponto de contato com autonomia garantindo a implementação e fluidez na comunicação/decisões entre fornecedor e indústria; modelo de governança para estabelecer as bases da relação; sistemas de controle e auditoria dos serviços; revisões constantes, como parte de um plano de evolução planejado. Inclui-se na relação a questão de flexibilidade para correções de rumo, decorrentes de movimentos na economia ou concorrência; relação saudável, que seja "ganha-ganha" (inclusive do ponto de vista comercial) para os envolvidos.



Novos e dinâmicos cenários de mercado e das lideranças pedem um repensar sobre as fronteiras da relação entre contratante e contratado. Vale observar os casos de resultado positivo e continuidade, baseados numa relação de real parceria, sustentados por pilares sólidos, pré-definidos, concretos e que visam crescimento mútuo com consistência no tempo.



 



05/09/11 - 00:00 > AUDITORIA



 



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